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Calculadora de seguro-desemprego

Valor da parcela e quantas parcelas você tem direito — tabela 2026.

Informe os três últimos salários, o tempo de trabalho e se é a primeira, segunda ou terceira solicitação. A calculadora aplica a tabela vigente em 2026 — com as faixas de R$ 2.222,17 e R$ 3.703,99, teto de R$ 2.518,65 e piso de um salário mínimo — e mostra o valor de cada parcela, quantas parcelas cabem no seu caso e o total do benefício.

Como usar

  1. Informe os salários dos três últimos meses trabalhados.
  2. Digite quantos meses você trabalhou neste emprego e escolha se é a 1ª, 2ª ou 3ª solicitação.
  3. Veja o valor de cada parcela, quantas parcelas você tem direito e o total do benefício.

Como o valor da parcela é calculado em 2026

A base é a média dos três últimos salários. Sobre ela aplicam-se três faixas, atualizadas em 11 de janeiro de 2026:

  • Média até R$ 2.222,17 → parcela = média × 0,8;
  • Média entre R$ 2.222,18 e R$ 3.703,99 → parcela = R$ 1.777,74 + 50% do que passar de R$ 2.222,17;
  • Média acima de R$ 3.703,99 → parcela fixa no teto de R$ 2.518,65.

Nenhuma parcela pode ser menor que um salário mínimo (R$ 1.621,00 em 2026), mesmo que a média salarial seja inferior a isso.

Quantas parcelas você recebe

A quantidade depende do tempo trabalhado nos últimos 36 meses: 3 parcelas para 6 a 11 meses, 4 parcelas para 12 a 23 meses e 5 parcelas a partir de 24 meses.

Já o tempo mínimo para ter direito muda conforme quantas vezes você já pediu o benefício: 12 meses nos últimos 18 na primeira solicitação, 9 meses nos últimos 12 na segunda, e 6 meses da terceira em diante. Entre um pedido e outro precisam ter passado 16 meses.

Quem tem e quem não tem direito

Tem direito quem foi dispensado sem justa causa, incluindo dispensa indireta. Não tem direito quem pediu demissão, quem foi demitido por justa causa e quem tem renda própria suficiente para o sustento ou recebe benefício da Previdência (com exceções como auxílio-acidente e pensão por morte).

O prazo para dar entrada é de 7 a 120 dias após a demissão. Vale conferir também as verbas da saída na calculadora de rescisão — o seguro-desemprego é um complemento a elas, não parte do acerto.

Perguntas frequentes

Como é calculado o valor do seguro-desemprego?

Sobre a média dos três últimos salários. Até R$ 2.222,17, o valor é 80% da média. Entre R$ 2.222,18 e R$ 3.703,99, soma-se R$ 1.777,74 com metade do que passa da primeira faixa. Acima disso, o valor é o teto de R$ 2.518,65.

Quantas parcelas eu recebo?

São 3 parcelas para 6 a 11 meses trabalhados, 4 para 12 a 23 meses e 5 a partir de 24 meses. O tempo mínimo exigido varia: 12 meses na primeira solicitação, 9 na segunda e 6 da terceira em diante.

Quem pede demissão tem direito?

Não. O seguro-desemprego é para dispensa sem justa causa (ou rescisão indireta e alguns casos específicos, como trabalhador resgatado). Pedido de demissão e demissão por justa causa não dão direito ao benefício.

O valor pode ser menor que um salário mínimo?

Não. Existe um piso: nenhuma parcela fica abaixo do salário mínimo vigente, que em 2026 é de R$ 1.621,00. Da mesma forma, nenhuma passa do teto de R$ 2.518,65.